Entre Dois Mundos é um romance que nasce do cruzamento entre o real e o imaginado — no qual a sombra do crime se confunde com os labirintos da consciência.
Nesta narrativa policial intensa, mergulha-se no submundo da investigação criminal, na qual se revelam as fissuras da justiça e os alicerces corrompidos de instituições outrora inabaláveis.
No centro da ação está Francisco Bento, inspetor da Polícia de Investigação ao Crime Organizado (PICO), cuja missão de alto risco o conduz aos limites do poder, da verdade e da própria alma.
Tecido com fios de tensão, personagens densas e contraditórias, Entre Dois Mundos é mais do que um thriller — é um retrato inquietante da realidade portuguesa contemporânea, em que cada página reflete o desconcerto do nosso tempo e cada dilema ecoa uma pergunta que talvez não tenha resposta.
Luís M. Cunha é natural de Pedrógão Grande, Portugal.
Licenciado em História, com Minor em História Contemporânea, exerce atualmente funções como Administrador Escolar, dedicando grande parte do seu percurso à valorização da memória coletiva e das identidades locais.
Entre Dois Mundos é o seu quinto livro. As quatro obras anteriores trilharam o caminho da investigação histórica — área que moldou o seu olhar atento sobre o passado e o presente. Entre elas, destacam-se Os Heróis da Nossa Terra, que homenageia os militares dos concelhos de Pedrógão Grande e Castanheira de Pera que participaram na I Guerra Mundial; 366 Dias de História, um compêndio cronológico de acontecimentos marcantes desde o ano 68 a.C. até 2011 e O Roteiro Religioso do Concelho de Pedrógão Grande, que documenta a história das 33 igrejas e capelas do concelho.
Escreve regularmente para jornais regionais e revistas temáticas como a ALDRABA e colabora, há quase uma década, de forma mensal, com o jornal O Ribeira de Pera. Tem ainda participado em antologias literárias de várias editoras, entre as quais Liberdade, Cartas de Amor e Porto – Nome de Autor, publicadas pela Chiado Books.
Para além disso, mantêm uma página pública nas redes sociais, na qual partilha, quase diariamente, textos de opinião, ficções breves e reflexões reunidas em rubricas que conquistam, dia após dia, leitores fiéis — que me leem, questionam e acompanham.
Paralelamente, desempenha um papel ativo na vida associativa da sua terra, promovendo o envelhecimento ativo e o diálogo entre gerações, nomeadamente através da criação da Academia Sénior Vida Por Vida, fundada durante o seu mandato como diretor da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande.



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